Carne, Shimeji e Beatles

Olá, terráqueos!

Eu estou vivo e tudo caminha para algo bacana. Torçam os dedos por aí que eu já agradeço.

Obviamente, tenho muitas novidades e pouco tempo. Então, resolvi ativar um dos rascunhos que tenho aqui no WordPress para “postagens de emergência”. Fiquei o mês todo passado sem postar nada aqui e não quero perder a companhia de vocês (que espero que estejam também acompanhando a fanpage do blog no Facebook. Fica a dica e o pedido para espalharem).

Bem, certa feita, estava chegando em casa e recebi uma mensagem do meu ex-colega chiliquento Alexandre Salinas perguntando da vida. Respondi “tudo ok, vamos no Mercadão amanhã?”. A resposta foi “te pego aí 8 h 50″

O resto vocês leiam, assistamouçam no blog dele NESTE LINK AQUI Ó.

E em minha defesa sobre o título do post dele, o meu comentário. Leiam também.

Deixo umas fotos roubadas de lá para vocês terem curiosidade.

Grande abraço,

Zé Rubens

(agora com 9 na frente do cel)

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Cartola. Sobremesa mais fácil que essa, só delivery

Aproveitando um e-mail que recebi ontem de um amigo pedindo uma receita fácil de sobremesa e a versão que vi hoje no Chit Chat, resolvi falar da cartola. É uma sobremesa pernambucana que, na minha cabeça, parece ser algo inventado por um mineiro que queria comer um doce e que estava longe da mãe e de casa.

O jeito que eu aprendi a fazer essa sobremesa, com a tia pernambucana de uma amiga, é meio que uma mescla do link acima e do vídeo abaixo, que não é tão bom assim, mas mostra o modo tradicional de preparo.

BANANA: ao invés de usar banana nanica ou prata, eu aprendi com banana da terra, mas também poderia usar banana marmelo. Essas são maiores e mais firmes, boas para fritar e grelhar.

O QUEIJO: o principal na minha opinião. Tradicionalmente usa-se o requeijão do norte ou o queijo coalho. No segundo caso, é importante frisar que quando se fala de queijo coalho em quase todos os  lugares mais ao sul que o nordeste, fala-se de um queijo “inderretível” (e delicioso). Lá o queijo coalho é 100% diferente. Não sei detalhar tecnicamente, mas como esse é praticamente impossível achá-lo aqui, o requeijão do norte (ou requeijão de manteiga) é uma opção viável e bem mais fácil de achar em qualquer casa do norte e em alguns grandes mercados e não é caro. Não acho ele gostoso. Acho que tem sabor pouco  marcante, mas ele grelha bem. O importante aqui é usar um queijo que não derreta  e liquefaça 100%, mas, sim, um que fique macio e forme uma crosta bonita quando colocado no fogo, chapa, grelha etc. NÃO USE MUÇARELA! (cara… como arde a vista de escrever essa palavra com “Ç”, porém dizem que a ortografia correta é essa…)

AÇÚCAR E CANELA: nesse quesito, eu sou mais amigo da versão de tabuleiro do Chit Chat. O açúcar derrete levemente (ou até mesmo se carameliza) e a canela só tempera. Mais açúcar e pouca canela. Sei que falar isso é quase xingamento para alguns, mas eu não morro de amores por canela, muito menos a ponto de colocar ela e açúcar em proporções iguais em cima de alguma alimento. Sei também que muitos (inclusive a tia da minha amiga) o fazem. Enfim, se quiser, divirta-se, mas não gosto e não recomendo, para o bem da memória gustativa de quem vai comer essa sua sobremesa.

Outro detalhe, muito importante, é grelhar a banana com manteiga de garrafa. Faz diferença, acredite! Aconselho a fazer o mesmo processo com o queijo, só para não grudar nada na chapa/grelha e para a casquinha ficar mais bacana.

Não vou colocar quantidades e passo a passo, pois os links que estão acima são bem claros. Se juntar os detalhes dos ingredientes que eu falei com um dos dois modos de preparo, você vai fazer pessoas felizes no final da sua refeição.

Qual modo eu prefiro? O tradicional é super rápido de fazer. O de tabuleiro me agrada mais, apenas visualmente (e não é por causa do merengue italiano),  além de ser mais prático para grandes quantidades. Ou seja, tanto faz. Veja a sua necessidade e faça do modo mais apropriado. O importante é saber que proporcionam resultados diferentes. Se for fazer o de tabuleiro, preste atenção no detalhe da temperatura do queijo que o chef dá no final.

Abaixo, uma foto que eu acho que representa bem a sobremesa tradicional, tirando a impressão de que tem coco ralado em cima. Já que é tradicional, “não pode” ter, mas não tenho dúvida que com coco fique bom também.

 

Fonte: cheff-emmanuelle.blogspot.com.br

Fonte: cheff-emmanuelle.blogspot.com.br

Bem, qualquer dúvida, escreva.

Abraço,

Zé Rubens

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Barriga de porco, caju caramelado e chips de arroz (via Chit Chat)

Mais uma do chef William Chen Yen, do blog Chit Chat, com quem tive o prazer de trabalhar no ano passado durante o Mesa SP.

As receitas do título do post são passadas de uma maneira MUITO simples, assim como deve ser, mas sem deixar a excelência dos detalhes de lado.

Barriga de porco, caju caramelado e chips de arroz (via Chit Chat).

Abraço,

Zé Rubens

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chef no forno:

Li agora a pouco no Chit Chat do chef William Chen Yen. Tem alguns que desistem e nem sabem… hahaha.

Abraço,

Zé Rubens

Postado originalmente em Chit Chat:

Ao descobrirem a extenuante rotina dentro das cozinhas, 80% dos estudantes de gastronomia decidem abandonar a carreira

Texto publicado em 22/02/2012, de autoria de Fabio Codeço, extraído do site da Veja Rio. Leia a matéria original clicando neste link.

Paula e Vieira: ela insistiu, ele desistiu dois anos depois de formado.

Viajar o mundo, aparecer em jornais e revistas, apresentar programas de TV. Embalada pelo glamour que cerca a atividade, a carreira de chef tornou-se uma das mais cobiçadas pelos jovens cariocas. O entusiasmo inicial, no entanto, tem dado sinais de que se arrefece com o tempo – ou, para ser mais específico, logo depois do primeiro estágio. De acordo com o Ministério da Educação, 200 alunos no Rio concluíram a graduação em gastronomia em 2010. O número corresponde a apenas 20% dos estudantes matriculados. Enorme em comparação com a de outras carreiras, a evasão de 80% é uma…

Ver original 595 mais palavras

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Um passo de cada vez

Sai – http://www.facebook.com/pages/Chef-no-Forno/145909238807342

Entra – www.facebook.com/chefnoforno

Melhor, né?

Pouco, mas todo passo é váildo.

Aproveita e curte a página! Valeu!

Abraço,

Zé Rubens

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EU JÁ SABIA! Paul Bocuse NÃO morreu.

fonte: rolexblog.blogspot.com.br

Enfim, nada como poder ligar pro cara e perguntar.

Várias pessoas o fizeram e confirmaram que ele continua vivo. 86 anos e contando…

Confirmaram também que ele está bem triste com o acontecido.

O site Necropedia, que vinculou a informação, é um espaço que publica “obituários antecipados”. Útil pra cacete, né?! Inclusive a data atual do obituário não é mais dia 4, é dia 6. Amanhã será 7 e assim continuará até acertar.

Vejam alguns outros obituários antecipados: Neil Young, Lady Gaga, Leonardo “Jack” DiCaprio, Leonard Nimoy, Lou Reed etc.

Alguns chefs renomados também caíram na brincadeira de mal gosto. Mas a era do compartilhamento desenfreado e de pouca qualidade e veracidade do conteúdo taí, bem na nossa cara.

Aqui, um link do Yahoo que desmente a suposta morte.

Sabia que tinha alguma coisa estranha.

Abraço,

Zé Rubens

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Guardem bem essa data

Dia da Cerveja Brasileira

Dia da Cerveja Brasileira

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