O que abunda é vil…

… e o que é raro é caro.

Com essas e outras afirmações/ ditados/ conclusões da aula de história da gastronomia é que venho aqui para não falar da mesma objetivamente (ou falar pouco).

O que mais observei hoje foi que mesmo aquela pessoa por quem eu não dou NADA, que aparentemente está ali cursando sem nenhum objetivo ou nota-se que não assiste a aula em nenhum momento, tem um brilho diferente no olhar quando fala sobre comida e correlatos.

Não é fome. Não é exibição. Não é nada que não seja paixão e vontade de aprender e compartilhar.

Ok! Não acho isso de verdade de 100% dos meus inestimáveis colegas. Mesmo porque eu não parei para analisar todos (mal sei o nome de metade). Os personagens que observei me mostraram isso. Paixão.

Fico feliz em ver isso. Mais ainda porque, muito provavelmente, são essas pessoas que terão as melhores condições de ditar os rumos na gastronomia do Brasil nas próximas décadas, tendo em vista a percepção que nossa formação tem no mercado.

O pensamento é: puxar e fazer com que todos se puxem. Esforço e garra são mais necessários que um bom diploma que turbine suas possibilidades. Juntos será mais fácil.

Obviamente, acho que me encaixo na descrição acima e espero que corresponda e cresça.

Claro que isso dito acima é uma visão pensando em vantagens oferecidas e recebidas para o futuro. Networking! E tem que ser o melhor.

Enfim, pensamentos dissecados.

Passe-me o azeite!

 

Abraço,

Zé Rubens

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