Mirepoix no feriado. Música na trave.

Prezados, esse feriado foi salpicado de trabalho, estudo e mudanças.

Na parte dos estudos, foram práticos e entrou em ação a mineirice do meu honorável pai. Sensacional! Comentei com ele “preciso de cenoura, cebola e salsão para treinar cortes” e tal. Quando eu peço algo e não especifico nada, sempre vem muito. Tinha pensado em um maço de salsão, umas cinco cenouras e umas 5 cebolas, afinal, diferentemente das aulas, teríamos que fazer alguma coisa, que não jogar fora. Apareceram quatro maços de salsão, umas quinze cenouras e umas dezoito cebolas.

Se você não está acostumado a conviver com descendentes das Minas Gerais, advirto: especifique quantidades; exagere para menos.

Ao mesmo tempo, claro, fiquei superfeliz. O resultado (uma das primeiras tentativas) está na foto destacada acima. Comi isso várias vezes no feriado com qualquer coisa. Gostoso, mas sinto que dá pra usar melhor. Pra isso estou estudando, espero.

Bora lá que amanhã tem mais cozinha. Fundos!

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Cheguei em casa hoje e tinha um recado na mesa dizendo para ligar para o Albert da camerata de violões (onde toquei por uns cinco anos). Who the fuck is Albert?

Ligo. Não lembro. Trabalho com público, logo, me saio bem de frases como “você não lembra de mim?” e dou continuidade. Ele e o irmão estão montando um grupo de música sertaneja e precisam de um violonista e sou o único contato que ele tem da camerata. Disse que ligou porque lembrou que eu era sempre um dos piadistas e que precisa de alguém que sabe tocar bem e que seja de fácil trato.

Duas coisas: não tenho tempo pra ensaiar, no momento. Ele não ia poder pagar nada e não tem muita coisa agendada.

Vontade não faltou de largar tudo pela música novamente, porém o negócio tá punk pro meu lado. Sem chances de fazer loucuras impulsivas como antigamente. Adoraria, mas…

A possível interrogação na sua cabeça, querido leitor, deve-se ao estilo musical oferecido e à empolgação com que reagi ao convite.

Cara, se é pra tocar e viver disso, eu vou. Forró, pagode, rock progressivo, doom metal, blues… A música faz isso comigo, independente de gosto pessoal.

Com comida também é assim. Eu não preciso ser apaixonado por tudo o que sirvo para sempre entregar o melhor que posso.

Fica a dica e um suspiro sonhador.

Abraço,

Zé Rubens

(desculpe o texto pouco claro. Minha cabeça tá acelerada com todo esse fim de dia ainda)

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